Heloisa Kappke Proença

Professora de Flauta Transversal e Flauta Doce

Início dos estudos:
  • 09 anos – Flauta Doce com a profª Fabíola Graupner
  • 14 anos – Flauta Transversal com a profª Fabíola Graupner, e o profº Leandro Gaetner, da Escola de Música Teatro Carlos Gomes

  • Participação / Experiência:
  • Orquestra de Câmara do Teatro Carlos Gomes
  • Orquestra Sinfônica da Univali
  • Banda Sinfônica da Univali
  • Aulas de flauta na Oficina de Música da Univali

  • Cursos:
  • CARPE VERÃO 2001, nas oficinas de Música de Câmara Instrumental, Canto Coral e Flauta Doce
  • CARPE VERÃO 2002, nas oficinas de Flauta doce na Educação Musical, Flauta Doce, Flauta Transversal e Teoria musical
  • 6° Festival de Música de Itajaí, na oficina de Flauta transversal, com o prof. Vinicius Dorin
  • WORKSHOP “A Interpretação da Obra de Bach”, com Álvaro G. V. Da Silva
  • Entrevista



    1. Qual seu primeiro contato com a música?
    R: Desde muito nova, vendo minha irmã tocar violão.

    2. Qual o primeiro instrumento que aprendeu tocar?
    R: Flauta doce, aos 09 anos, quando comecei a estudar o instrumento, fazendo aulas no contra turno do colégio, com a professora Fabíola Graupner, que sempre me incentivou e me apresentou, aos 14 anos, a flauta transversal.

    3. Como sua família reagiu ao seu desejo musical?
    R: Foi bem tranquilo, porque sempre tivemos contato com música em nossa rotina. Bem como incentivo dos meus pais em adquirir bons instrumentos, e obter ótimos professores.

    4. Embora não tenha seguido carreira musical, faz quanto tempo que estuda musica, e qual o significado dela na sua vida?
    R: Bom, desde que comecei até hoje, já fazem 24 anos de estudos, entre tempos mais presentes, e outros nem tanto. A música é a minha paixão. É onde posso expressar os sentimentos contidos, acalmar a alma, e relaxar após os dias tão corridos em que vivemos hoje..

    5. Há quanto tempo é Professora?
    R: Há 17 anos iniciei o meu trabalho como professora de flauta doce, sendo que fiz uma pausa, e retornei no início de 2017.

    6. Sua especialidade musical?
    R: Minha especialidade é com relação aos instrumentos (flauta doce e transversal).

    7. Existe algum músico/compositor o qual considere favorito? Inspira-se em algum deles, qual?
    R: Gosto muito do período barroco e romântico. Compositor favorito é Bach, mas também me agradam as músicas de Beethoven, Telemann, Mozart,... E um músico que me inspira, é o flautista francês, Jean Pierre Rampal.

    8. Você é mãe de três lindos filhos, como eles vêm a musica na sua vida? Sabemos que a do meio achou graça aos olhos musicais cedo, agora com 5 anos. Você acredita que seu apreço pela música seja uma das maiores inspirações para ela?
    R: Quanto aos filhos, nenhuma pessoa é igual à outra. Então, um deles não demonstrou interesse algum, e o mais novo gosta de ouvir música clássica/instrumental, mais ainda é cedo para dizer qualquer coisa. Já a do meio, realmente aflorou esse desejo de aprender música como uma "coisa séria", e não somente brincadeira, desde que a levei para apreciar um concerto de violão e violino, do professor Marcos Pablo Dalmacio, onde ela se apaixonou pelo violino. Penso que sou uma inspiração para ela, apesar de ela não querer aprender flauta, e sim o violino (rsrs). Como já falei, somos diferentes uns dos outros, mas com incentivo ou oportunidade de mostrar o mundo da música para nossos filhos, eles nos surpreendem com talentos/gostos que talvez não fossem notados se não houvesse um exemplo a eles.

    9. Olhando para tudo o que já vivenciou pela música ou através dela, o que você poderia dizer sobre isto, e qual teus planos futuros ao que lhe diz respeito?
    R: A vida é uma caixinha de surpresas, e às vezes, temos que fazer escolhas que não nos agradam, mas que, se soubermos aproveitar as oportunidades que temos, podemos resgatar sonhos antigos e esquecidos, e tornar realidade. Não tenho planos específicos, a única certeza é de não deixar a música de lado, e sim continuar fazendo parte da minha vida.

    10. Se pudesse deixar uma mensagem para quem está começando seus caminhos na música, o que o diria?
    R: Independente de qual instrumento optar estude regularmente (de preferência diariamente), e não o veja como uma obrigação, mas como um prazer. Seja paciente e persistente, e terás bons resultados.


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    Profª Heloisa Kappke Proença